Federer, Nadal e Djokovic: os três reis do tênis

Se no início da era cristã os três Reis Magos ganharam notoriedade pela visita que fizeram ao menino Jesus depois de uma longa viagem, na era contemporânea três atletas são apontados como os “reis do tênis” após o desempenho ao longo de suas carreiras: Nadal com 42,08%, Djokovic com 41,79% e Federer com 39,31%.

Em entrevista publicada pelo site de aposta Betway Esportes, o ex-tenista Alberto Berasategui (finalista de Roland Garros em 1994), fala sobre o futuro do tênis e como a tecnologia pode ajudar a coroar um rei definitivo entre os 3 candidatos atuais.  o início da temporada, Djokovic assumiu o Aberto da Austrália, ganhando posições na corrida dos Grand Slams sobre Federer e Nadal.
“Nadal, Federer e Djokovic têm se saído melhor e os dois primeiros não se aposentam porque cada um quer ser o melhor da história. Será difícil repetir essa época em termos de números, títulos e nível”, analisa Berasategui, ao acrescentar que os três estão marcando um momento difícil de repetir.

Tecnologia

Na entrevista concecida à casa de apostas esportivas online Betway,  o ex-tenista comenta também sobre a tecnologia FoxTenn, que será responsável por medir a velocidade das bolas dos três reis em diferentes torneios ATP neste 2020. Ele acredita que as máquinas são mais verdadeiras neste esporte do que em outros, como o futebol, onde a percepção do árbitro influencia mais. “Com isso tudo melhora muito mais e o jogo se torna mais seguro e mais justo”, conclui.

A nova tecnologia foi desenvolvida na Espanha e substitui o popular sistema de arbitragem do Hawk-Eye, ou olho de falcão. Isso ajudará não apenas os jogadores, mas todas as outras partes que permeiam uma partida ou torneio, como patrocinadores que estarão mais seguros por estarem atrelados a um torneio justo, e até sites de apostas esportivas, que podem oferecer opções aos apostadores com mais precisão e justiça.

Na entrevista o ex-tenista lembra que Nadal, Djokovic e Federer foram afetados pelos árbitros e pela revisão tecnológica das jogadas ao longo de suas carreiras. Em 2006, depois de vencer nas oitavas-de-final do Masters de Madrid sobre Soderling, Federer disse que nunca seria a favor do Hawk-Eye. Djokovic reclamou em 2010 sobre a falta de significado dessa tecnologia no saibro e Nadal, no Aberto de Madri de 2013, gritou contra os árbitros por não terem visto uma bola que bateu “dois palmos, a dois por hora, ao seu lado”.

No banco de apostas, Berasategui acredita que Djokovic tenha todos os números para ganhar mais Grand Slams. A oportunidade de Federer continuar somando pontos pelo trono passa por Wimbledon. “Neste país nunca mais veremos outro Nadal em 500 anos, porque sua contribuição é algo incrível, dentro e fora da quadra”, pondera.