Prefeito proíbe vendedores ambulantes em Iretama
O prefeito de Iretama, Wilson Carlos de Assis (PP), assinou novo decreto proibindo a circulação e entrada de vendedores ambulantes no município enquanto perdurar a pandemia de coronavírus (Covid-19). A medida visa conter a disseminação do vírus na cidade.
“Fica proibido enquanto perdurar esta pandemia, a circulação e ingresso de vendedores ambulantes oriundos de outros municípios e estados no território do município de Iretama, como medida preventiva de contenção da circulação de Covid-19”, diz o decreto publicado.
Quem descumprir a regra estará sujeito ao pagamento de multa. A fiscalização está sendo realizada pelos fiscais do Setor de Tributação, equipe municipal da Vigilância Sanitária e Epidemiológica de Iretama. Entre outras medidas, o prefeito adotou desde o início de junho o toque de recolher das 22 às 6 horas. A medida prossegue até o dia 30 deste mês e pode ser prorrogada.
Além disso, o tempo de duração dos velórios não poderá ultrapassar duas horas. Pessoas idosas, crianças, doentes crônicos, entre outros do grupo de risco estão proibidos de participar de velórios, que estão restritos somente a membros familiares de até 2ª grau de parentesco do falecido. Óbitos decorrentes de Covid-19 ficam proibidos velórios.
Região
Na Comcam, as prefeituras de Boa Esperança, Campina da Lagoa e Farol, também proíbem o comércio ambulante como medida de enfrentamento à pandemia.
“Pedimos a população que denuncie qualquer movimentação de vendedores ambulantes na cidade por meio da Ouvidoria Municipal ou pelo SIC”, pede a prefeitura de Farol. O município também fechou temporariamente o acesso secundário ao município, na BR 272.
Em Boa Esperança uma placa anuncia a proibição de venda de mercadorias por ambulantes, sem prévia autorização da prefeitura. A placa adverte que quem insistir está sujeito a multa e apreensão da mercadoria.
Em Campina da Lagoa, a proibição de vendedores ambulantes de outras cidades no município segue por tempo indeterminado ou enquanto durar a situação de emergência por conta da pandemia. “A circulação de vendedores ambulantes potencializa o poder de disseminação do vírus”, justifica a prefeitura. A fiscalização para o cumprimento está sendo feita pela Vigilância Sanitária da Saúde e própria Polícia Militar.

