Escrever para quem, onde, quando, como…
Escrever para quem, onde, quando, como, por quê: Há 23 anos
Maciel já virou sinônimo de boa e agradável leitura! (…) Firme em suas posições e na defesa intransigente de suas ideias; cativa-nos a todos pela inteligência, persuasão, caráter, oratória e didática, enfim um intelectual completo; crítico afiado e sensível, um verdadeiro homem de letras. Não é demais afirmar que estamos tendo o privilégio de conviver (e de ler) com um dos mais brilhantes cronistas que a nossa sexagenária a Campo Mourão produziu. […].
Gilmar Cardoso, advogado, poeta, membro do Centro de Letras do Paraná e da Academia Mourãoense de Letras.
Quem é a razão deste escrever. Quem é o caro leitor que interage com este espaço. Ou alguém que, ainda que eu não saiba o nome não é anônimo.
Onde, lugar que escrevo, minha casa e a Tribuna, a materialização do texto.
Quando, tempo, hoje precisamente 23 anos, movimento do pensar.
Como, maneira como a argumentação se apresenta, chama, provoca o caro leitor. Escrever exige o como escrever os fatos, o modo de narrá-los. É expectativa, como o leitor irá reagir ao que tiver lido.
Por quê: escrever é supor que alguém lerá. Dialogar, levar a reflexão marcada por mais e novos lampejos.
A gratidão a todos os que leem esta Coluna. 23 anos, aos que se manifestaram são citados em Olhos, Vistos do Cotidiano.
Fases de Fazer Frases
Creio no crivo que criva ideias incríveis.
Olhos, Vistos do Cotidiano (I)
A citação do advogado e poeta Gilmar Cardoso, colocada abaixo do Artigo de hoje foi extraída da Tribuna Livre, última quarta, As bodas são de palha. O Maciel é outro puro! Análise do amigo Gilmar eu li e reli emocionado.
Em sequência as mensagens recebidas, todas elas bem-vindas, obrigado!
O colega deste Jornal, o professor e responsável pela Coluna Cesta da Tribuna, Edson China Hirata, disse: Para ter esta longevidade toda, só com muita qualidade e credibilidade. Parabéns pela marca histórica.
O compositor e intérprete Luis Carlos Jarutais, enviou um bonito texto, que será transcrito da íntegra domingo que vem, eis apenas um trecho, 23 anos atrás/Fez a primeira coluna/Prá preencher a lacuna/Tinha que ser um capaz/Outrora rapaz […]
Dois blogueiros deram o recado, Irineu Luiz Ferreira Lima e João Marcos Durski, respectivamente do Baú e do Juma. Luizinho escreveu: A coluna do amigo Gudé é como a macarronada e o frango que a minha mãe sempre servia aos domingos: nutritiva, saborosa e requisitada, que, quando não tinha, coisa rara, não parecia domingo. Parabéns ao amigo e a direção do Jornal pela pareceria inteligente, informativa e instrutiva. E o Juma: Parabéns Maciel! Sempre na luta!
Reminiscências em Preto e Branco (II)
Da família recebi dos irmãos: Parabéns. Certeza que nossos pais estão felizes comemorando juntamente com todos aqui. Que Deus o ilumine, que te inspire sempre, são as palavras da adorável irmão Rosira Brisola Maciel.
Se escrever não é lá muito fácil, escrever e publicar é um tanto mais difícil, é uma conquista de poucos. Agora, escrever e publicar durante décadas são feitos incríveis em nosso país, principalmente se tratando de jornal. Com a sua coluna dominical sobre as coisas da cidade, publicada há 23 anos na mesma Tribuna, o professor José Eugênio Maciel quebra todas as regras! Viva ele, viva a Tribuna, viva o jornal, um veículo que, se depender de José E. Maciel nunca vai acabar! Egídio Brizola/jornalista/Rio Verde, /Goiás.
O que esperar de uma pessoa tão competente? Que ela faça história!!! Parabéns, tio, 23 anos não é pra qualquer um!!, pontuou Waleska Pereira C. Barros. E Rodrigo Corrêa de Barros lembrou a ligação de afeto com os textos, a importância da uma trajetória marcada pela dedicação e vigor.
Olhos, Vistos do Cotidiano (III)
Cita a manifestação dos integrantes da AML – Academia Mourãoense de Letras, confrades que são sinônimos de nossa brilhante literatura.
Informando, questionando, criticando, elogiando, debatendo. Não é sem motivos que a sua coluna é a minha – e de milhares de outros leitores, com certeza – primeira leitura aos domingos. Vinte e três anos: uma quantidade que impressiona, uma qualidade que orgulha a todos os mourãoenses, diz Osvaldo Broza. Outro acadêmico, o João Maria Lara deseja, siga em frente, continue escrevendo, pois a palavra é que constrói significados. R eferindo-se como A Coluna do Maciel e rememorando aspectos de C. Mourão e da região, citando tal espaço como democrático, Jair Elias dos Santos acentua que são 23 anos onde o leitor é convidado a refletir, a formar e ter opinião. Para o confrade Ilivaldo Duarte a Coluna é uma realidade concreta que se faz tradição a cada semana, feita com esmero, dedicação e acima de tudo com amor, paixão, sobre muita inspiração, a fé inabalável de ser útil …[…].
Olhos, Vistos do Cotidiano (IV)
Muitos professores e de diversos estabelecimentos de ensino encaminharam as congratulações, como João Luis, de Araruna, que outros 23 anos se repitam!!. Dos professores mourãoenses Edson Lasta, espero que continue mais que isso. A professora Adalgisa Terezinha diz, seus textos me enriquecem e eu não pago nada! Paulo André Campana avalia que a Coluna contribuiu para a cultura e a sua divulgação, ao abordar temas tão ricos e variados.
Sou assinante da Tribuna há muitos anos, mas receber este Jornal nas manhãs de domingo e primeiramente ler a sua Coluna também faz parte desta história, parabeniza a Helena Eliane de Castro. E Valdair Silva pondera, … digo a vida porque é o que se espalha, quando por meio do texto escrito se pode levar tua palavra amiga, cumprimentar o sucesso de uma iniciativa alheia, mas também advertir, denunciar
Olhos, Vistos do Cotidiano (V)
A prefeita de Farol, em No dia 10 o Maciel da Tribuna é dez! relembra textos e o grau de amizade e se congratula com o gênio das letras, citando o cantor e compositor Amir Sater, ‘cumprir a vida é simplesmente a marcha e ir tocando em frente. Felipe Vital sintetiza, Dr., sempre leio a sua Coluna, parabéns. Lucilene B. de Araújo escreveu: parabéns pela conquista, sou tua fã incondicional!. Ao desejar felicidade saúde e paz ao colunista, Fraterno Maria Nunes comentou a importância da leitura como fonte de conhecimento.
Afinal, somos muitos, os leitores que ao abrirmos a edição de domingo, seja impressa ou virtual, nossos olhos procuram ávidos por ela, lá na página 2 […]… e cada domingo beberemos um pouquinho da tua sabedoria, frisou Estter Ribeiro de Moraes
Reminiscências em Preto e Branco
Exatos 23 anos, hoje o artigo n. 1678 e passa a ser reminiscências da vida.
