A História se repete…
…por vezes como farsa. Cada governo vende seu peixe conforme lhe apetece. Desde que o marketing, como forma de vendê-lo foi inventado, hoje em moldes mais modernos que quando Goebbels (Joseph Paul) , jornalista e político alemão encarregado por Hitler, como ministro da Informação e Propaganda, de influenciar o povo em favor de uma ideia (nazismo), o povo tem sido induzido a acreditar no que com verbas públicas a ele se vende. O que não impede que outros na seqüência o desmintam. Aconteceu na História com Adolf (Hitler). Estamos assistindo a isso, de novo! Inclusive sem discussão do papel que a própria imprensa (por corporativismo) tem desempenhado nesses episódios. Requião, em tempos não tão distantes, tentou produzir um aumento substancial nos valores cobrados pelo Detran do Paraná, para prestar os seus serviços. Como são tão obrigatórios quanto o voto nesta democracia que se pratica por aqui, com muito menos carros em circulação o órgão já dava lucro. De tal modo que o jovem e sério Marcelo Almeida, quando seu diretor, repassou milhões de reais que sobravam ao poder executivo (o que acontecia antes com os excedentes ninguém jamais ficou sabendo). Pois esse mesmo Detran é foco de uma discussão com os mesmos personagens. Requião, o mesmo da tentativa anterior de 2007, obstado que foi pelos deputados de então, o oposicionista Ademar Traiano (hoje situação) à frente. O novo governo tenta os mesmos aumentos. Sob o pretexto de que os milhões excedentes terão destinação: segurança. Que por sinal está preocupante! Requião, agora senador e oposição, tenta através o Twitter e entrevistas em que ele mesmo se entrevista, encaminhadas a rádios, convocando adversários do aumento a se mobilizarem. Já é acompanhado por 34.
Povo enganado
Um desabafo do governador Beto Richa ao autorizar a duplicação do trecho rodoviário entre Cascavel e Medianeira, deixou patente que o povo foi enganado nas campanhas políticas. Referia-se claramente ao baixa ou acaba, mote que praticamente garantiu a eleição de Requião em 2002, em relação ao pedágio.
Solução…
A fórmula encontrada pelo governo Beto (já que as brigas anteriores não deram resultado) na medida em que o pedágio (calcanhar de Aquiles de Lerner) foi implantado de forma altamente suspeita em relação a seu valor, foi diluir o custo das novas obras no decurso dos próximos anos.
…possível
Qualquer medida diferenciada, em razão da Justiça no Brasil ser sujeita a retardamentos em função de inúmeras ações possíveis, levaria o assunto a décadas sem solução. Bem ou mal foi o possível, imagina-se. De outro modo, a duplicação do trecho que copiou do trecho Curitiba-Joinvile o jargão de corredor da morte, ficaria para as calendas.
Negociação difícil
O governo Beto Richa escolheu a via da negociação para tentar resolver o angustiante (e caro) problema dos pedágios cobrados no Paraná. A negociação prossegue visando redução da margem de lucro das empresas concessionárias e ampliação de obras em rodovias. Mesmo assim os percentuais permanecerão maiores que os praticados no programa federal.
A prêmio
Vem aí mais uma demanda. A direção da Assembleia Legislativa resolveu colocar em discussão a administração das verbas de pagamento da folha de servidores da Casa de Leis e suas contas. Antes pertencentes ao Itaú, sucessor do Banestado e do HSBC, que adquiriu o Bamerindus (o colunista sempre fez restrições ao desenlace). Uma disputa acirrada pelos volumes de recursos envolvidos.
Em choque
Mesmo preocupado com os problemas de saúde que o afligem o ex-presidente Lula manifestou-se insatisfeito com os índices de IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) em que o Brasil foi colocado.O pior entre os Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). Contestou os métodos do levantamento realizado.
