Fisiologismo explícito

A cada vez que uma situação de interesse do país é posta em jogo, dificuldades para mudanças são criadas por gente que ganha co o “quanto pior, melhor”! Entre as defendidas pelos que a esquerda resolveu classificar como “neoliberais”, uma certamente é a dos portos brasileiros que o governo  tardiamente  tenta alterar através MP. Episódio que deu margem a desentendimentos de tal ordem que apenas ontem houve a tentativa de aprová-la, e que, entre outros, mexeu com os sindicalistas que de há muito se apropriaramdos portos brasileiros. Desde o tempo em que o café, para ficara somente em Paranaguá, era carregado para embarque nas costas. O sistema mudou mas os sindicatos do setor continuaram. Para atestar o atraso, basta que se atente para a informação que o colunista André Gonçalves insere em sua coluna na Gazeta do Povo. No relatório de competitividade elaborado pelo Fórum Econômico Mundial, em 2012/13, ds 144 países analisados no quesito infraestrutura portuária, o Brasil ficou na “honrosa” 135a. posição. Quando a regulamentação dos governo está em análise, ficamos na lanterninha. Tem a ver com o sindicalismo portuário que nos últimos oito anos foi prestigiado pelo presidente Lula e outros interesses. O que também ficou patente nessa discussão sobre portos que interessa demais ao Brasil, foi o quanto a imensa “base de apoio” da presidente Dilma no Congresso, conseguida pelos meios conhecidos, não garante os interesses do governo. Cada caso necessita de uma negociação! Haja fisiologismo.

Faz de conta

Para comprovar as afirmações do comentário inicial, um levantamento feito pelo Estadão mostra que, as coisa só acontecem no Congresso quando o governo faz que abre a mão. Dos 20,9 mil convêncios assinados desde 2011, 58% são vinculados a emendas parlamentares. Embora R$ 5,4 bilhões tenham sido liberados, apenas R$ 1,38, efetivamente pago.

Decisão difícil 

A coluna previu: uma coisa á a aprovação de projeto que cria 4 novos tribunais federais. Outra é o presidente do Senado promulgá-la, especialmente depois da manifestação do ministro Joaquim Barbosa, contra. Igualmente de manifestação da bancada gaúcha, temerosa do esvaziamento do Tribunal porto-alegrense (TRF4).

Ministério errado

Sexta-feira Curitiba sedia o oitavo Encontr0 Estadual de Novos Prefeitos. Promoção da Secretaria de Assuntos Institucionais, a pasta política do governo dfederal. Supostamnte para “fortalecer a relação com os municípios e faciliatr acesso de prefeitos  a financiamentos federais”, missão que caberia ao MInistério das Cidades. Estarão presentes a Ministra Glkisi Hoffmann, o ministro Paulo Bernardo e o Secretário Geral da Presidência, Gilberto Carvalho. Nada a ver com 2014!

Medida oportuna

A primeira medida tomada pelo deputado Marcelo Almeida, eleito coordenador da bancada federal do Paraná em Brasília, foi marcar uma reunião de todos, com o governador Beto Richa. Nada mais lógico! Trabalhando em conjunto, a possibilidde do Estado conseguir melhores resultados junto ao governo federal será maior. O Paraná precisa parar de debitar sues revezes à “autofagia”, O que tem faltado é união. A reuniõa ocorre dia 27 em Curitiba.

Em choque

O deputado André Vargas está se tornando um “frasista militante”, diria Odorico Paraguaçu. Como a imprensa brasiliense vive à cata daqueles que têm coisas a dizer, daí o destaque do senador Álvaro Dias, Vargas tem se destacado. Agora definiu as dificuldades vividas pelo governo no Congresso, à falta de poder que a presidente realmente não confere aos que escala para falar em seu nome. Para Vargas “é preciso dar a liderança aos líderes”.