Campo Mourão

Construções e reformas no Cemitério até 22 de outubro

A prefeitura de Campo Mourão publicou na semana passada, no órgão oficial eletrônico do município, o edital que estabelece os prazos para a execução de serviços no Cemitério Municipal São Judas Tadeu, com vistas ao Dia de Finados.

Até dia 22 de outubro podem ser realizadas construções e reformas, desde que previamente solicitadas na administração do cemitério. “O pedreiro responsável pelo serviço também tem que assinar uma ficha, pois ele será o responsável, inclusive, por não deixar restos de materiais de construção ou mesmo sujeira no túmulo vizinho”, adverte a responsável pela administração do cemitério, Janete Iori.

Já a pintura de túmulos, ornamentação e limpeza em geral são permitidos até 31 de outubro. No dia Finados (2 de novembro), é proibido qualquer espécie de serviço no interior do cemitério.  "Pedimos que as pessoas já vão adiantando esses serviços porque todo ano deixam para a última hora e nos causam muitos transtornos, pois o trabalho é a céu aberto e até tempo chuvoso atrapalha", orienta Janete.

Outra orientação é que não sejam colocados vasos ou flores que acumulem água nos túmulos e também que as embalagens de plástico sejam retiradas das flores. “São cuidados recomendados pela Vigilância Sanitária para evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti”, lembra Janete.

COMÉRCIO – Também foi publicado o decreto com o prazo para renovação do cadastro de vendedores que pretendem instalar barracas em frente ao Cemitério na véspera e no Dia de Finados. Quem já trabalhou em anos anteriores deve renovar o cadastro de 1 a 11 de outubro. Se sobrar vagas, elas serão destinadas para novos comerciantes, que deverão fazer cadastro de 14 a 18 de outubro.

Os interessados devem comparecer na administração do Cemitério, munidos de RG e CPF.  Segundo Janete Iori, são 52 vagas cedidas sem custo aos ambulantes, demarcadas no espaço do estacionamento externo. Não é permitida a comercialização de bebidas alcoólicas, produtos eletrônicos, cigarros ou flores que acumulam água. “Lembramos que o proprietário da barraca é responsável pelo lixo que produzir, que deve ser recolhido”, explica.