Campo Mourão

De olho no Senado, Beto Richa diz que está preparado para disputa

Ex-governador esteve na festa do Carneiro no Buraco, em CM, no último domingo.
(Foto: Walter Pereira)

Pré-candidato a uma das vagas ao Senado pelo Paraná nas Eleições de outubro deste ano, o ex-governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), diz que as expectativas para o pleito são ‘muito boas’ e que se sente preparado para a disputa. Neste ano, estarão em disputa as cadeiras ocupadas atualmente pelos senadores Roberto Requião (PMDB) e Gleisi Hoffmann (PT).

“A expectativa é muito boa. Estamos com um bom trabalho apresentado. Nunca o Paraná viu tantas obras na sua história. Isso é confirmado e dito pelos prefeitos dos 399 municípios do Paraná que reconhecem a grande parceria e o grande volume de investimentos para pavimentação asfáltica, unidades de saúde, habitação e outras áreas, cujos investimentos foram vigorosos”, falou Richa, que esteve no domingo (8) em Campo Mourão, onde participou do almoço do Carneiro no Buraco.

Segundo o ex-governador, em função dessas ações de governo e dos resultados de sua administração, que segundo ele, coloca o Paraná em uma das melhores situações financeira e fiscal do Brasil, se considera em condições de disputar uma vaga ao Senado da República. “Diante de nossa passagem pelo governo e pela prefeitura de Curitiba, me sinto preparado”, ressaltou.

Crise política

Para Richa, o descrédito da população pelos políticos pode influenciar no resultado das eleições deste ano. “É possível! Inclusive na eleição recente que acompanhamos, em Tocantins, a abstenção votos, nulos e brancos, beirou metade de todos os votos”, exemplificou.

No entanto, o ex-governador alertou que é importante a população ter consciência que alguém vai ser eleito e ‘não adianta, em função da decepção com a política ou alguns políticos cruzar os braços e não participar do processo eleitoral’. “Alguém vai ser eleito, depois não adianta reclamar”, alertou.

Richa lembrou também que é importante a população sempre olhar quem tem as melhores propostas, analisar o passado de cada um dos candidatos, o que cada um teve oportunidade de fazer pela sociedade, se teve cargo público, se teve ética durante o exercício ou ainda se cumpriu com suas obrigações. “A população deve olhar se foi traída ou não a confiança do povo e ver quem realmente merece o voto para poder mudar a política no Brasil para melhor”, acrescentou.