Campo Mourão

Obras em escolas de Campo Mourão e região poderão ser iniciadas após o Natal

A partir da semana do natal, as empreiteiras já poderão dar início às obras de melhorias e reformas em nove escolas estaduais de Campo Mourão e região. A liberação será dada nesta sexta-feira (8), pela chefe do Núcleo Regional de Educação (NRE), Rosimeire Aparecida de Caires. O evento, chamado de Partida de Obras, acontecerá às 14hs no Salão Nobre do Colégio Estadual de Campo Mourão. As reformas e melhorias fazem parte do programa estadual Escola 1000.

Nesta etapa, que é a segunda do programa na região, serão investidos R$ 900 mil. Entre as instituições de ensino atendidas estão os colégios Osvaldo Cruz, Estadual de Campo Mourão, Professora Ivone Soares Castanharo, Dom Bosco, Unidade Polo, Vinìcius de Moraes e Marechal Rondon, todos situados na cidade de Campo Mourão. Na região, serão contemplados os colégios Ulysses Guimarães (Roncador) e 29 de Novembro (Araruna).

Entre as melhorias estão reformas em banheiros, refeitórios, salas de aulas, pavilhões, salas de professores, área de circulação de pessoas, salas administrativas, laboratórios, auditórios, bibliotecas, vestiários, entre outros espaços. De acordo com a chefe do NRE, a comunidade escolar foi quem determinou quais melhorias deveriam ser realizadas. “As obras têm a finalidade de tornar o espaço escolar mais agradável para os alunos, funcionários e professores”, disse Rosimeire.

A primeira etapa do Escola 100 na região de Campo Mourão, atendeu sete escolas. Com a segunda etapa, completam 18 escolas atendidas. De acordo com o NRE, ainda restam mais nove instituições para passar pelas melhorias. “Em breve as obras iniciarão nessas escolas também”, garantiu a chefe.

Ao todo, 27 escolas da região fazem parte do programa Escola 1000. A fiscalização das obras fica por conta da Fundepar (Fundação Educacional do Paraná), Casa Civil e do NRE. O valor total investido será de R$ 2,7 milhões. O dinheiro já foi depositado na conta bancária das associações de pais, mestres e funcionários (APMF) de cada escola. O pagamento às empreiteiras será feito pelos diretores escolas e pelos presidentes das APMFs.