Policial

Polícia prende segundo acusado de homicídio com requintes de crueldade

Vítima foi morta e carbonizada.
Acusado foi preso e encaminhado à delegacia de Polícia Civil de Campina da Lagoa

A Polícia Civil de Campina da Lagoa, em conjunto com a Polícia Militar de Altamira do Paraná, fez a prisão do segundo suspeito de um homicídio com requintes de crueldade ocorrido na madrugada do último dia 5, em Altamira do Paraná. Ele foi identificado pelas iniciais M.P.R (idade não fornecida).

Na quarta-feira, a polícia já há prendido outro rapaz de 21 anos de idade, identificado como A.R.L. que teria confessado ser o responsável pela morte de Paulo Taratozuk, 46 anos. A vítima foi morta a facadas e teve o corpo carbonizado.

Após confessar o crime, o primeiro preso delatou o colega, porém informou que, embora ele tenha pegado a faca, não teve coragem de praticar o ato. Interrogado, M.P.R. negou a participação no delito, porém, segundo a polícia, existem vários indícios apontando seu envolvimento no do crime. Um deles é de que o mesmo estava bebendo em um bar com A.R.L e a vítima na noite anterior ao crime.

O delegado de Campina da Lagoa, Sérgio Antônio de Brito, que preside o inquérito, comentou é necessária uma atuação firme e rápida da Polícia em tais delitos graves, a fim de trazer de volta a ‘paz pública em uma localidade que, até então, mostrava-se tranquila e ordeira’.

"Conseguimos até o momento indícios importantes e pretendemos em breve concluir o inquérito para encaminhamento ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para as providências cabíveis", disse Brito.

O CRIME

Um morador de Altamira do Paraná encontrou o corpo de Paulo na tarde de terça-feira (5) próximo à prefeitura da cidade, na área central do município. A vítima foi reconhecida por populares. Após encontrar o corpo, que estava carbonizado, o morador avisou a Polícia Militar (PM) da cidade que compareceu ao local e isolou a área.

O cadáver foi encontrado nos fundos da secretaria de Educação, anexo à prefeitura municipal. O homem estava despido e, além de carbonizado, apresentava perfurações no pescoço. Um galão plástico, possivelmente utilizado para carregar combustível, estava junto ao corpo, que foi recolhido pelo Instituto Médico Legal (IML) de Campo Mourão.