Mulher que pode ser a mais idosa de C. Mourão completa 109 anos

Os anos vão passando, muitos parentes e filhos já partiram para a outra vida, mas para uma moradora da Rua Princesa Isabel, no Jardim Tropical II o peso da idade não tem sido problema. Dona Maria Leonor de Abreu completou nada menos que 109 anos nesta quarta-feira (26), com muita lucidez e vontade de viver. Sob os cuidados de uma das filhas, Eleonora de Araújo, 60 anos, ela esbanja boa saúde e lucidez, não dispensando uma boa conversa.

A passagem de mais um aniversário não passou em branco. Ontem a equipe do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) e Estratégia Saúde da Família (ESF) da Prefeitura de Campo Mourão esteve na casa da idosa para comemorar os seus 109 anos. Ela está lúcida, anda e comunica-se muito bem com todos, destaca a fisioterapeuta do NASF, Ana Fernanda Vecchi.

Nascida em 26 de julho de 1908, em Macaubas (Bahia), Dona Maria apresenta, inclusive, a carteira de identidade para comprovar a idade, o que pode significar que ela seja a pessoa mais idosa de Campo Mourão. Ela mora com uma filha e participa da igreja, onde o genro é pastor, em um cômodo anexo à casa. E dona Maria Leonor não perde um culto, que é celebrado sempre às terças-feiras, quintas, sábados e domingos. Ela gosta de ouvir a Palavra de Deus e senta no primeiro banco.

Sobre presente, já no aniversário de 108 anos, em 2016, ela dizia que bastava apenas manter sua vida nas mãos de Deus. A hora em que Deus quiser me levar está bom, eu aceito. Mas se for para continuar vivendo que seja com boa saúde para poder ajudar também a minha filha, que sempre cuidou de mim, afirmou ela.

Viúva há mais de 40 anos, ela teve 13 filhos, mas apenas quatro são vivos e o mais velho tem 80 anos. Nesses quase 110 anos de vida, ela viu a família crescer bastante, chegando hoje a mais de 60 netos, cerca de 50 bisnetos e mais de uma dezena de tataranetos. Maria Leonor veio da Bahia para o Paraná no início da década de 50, quando morou em Araruna, Campina da Lagoa e, finalmente em Campo Mourão, no final da década de 70

Dos 13 filhos, em dois partos vieram gêmeos, sem que ela passasse pelas mãos de médicos. Todos nasceram em casa mesmo, conta ela. Em casa, a idosa faz questão de lavar suas roupas no tanque, que fica do lado de fora e diz que gostaria de ter forças para ajudar mais a filha. Só sinto não poder ajudar minha filha com outros serviços da casa, lamenta. Maria Leonor não demonstra cansaço. Sai da cama sozinha e caminha por dentro da casa e pelo quintal, sem precisar de nenhum amparo.

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