Boa Esperança terá atendimento oftalmológico gratuito para estudantes

Estudantes de 6 a 17 anos das redes municipal e estadual de ensino do município de Boa Esperança terão atendimento oftalmológico gratuito no dia 26 de agosto. O anúncio foi feito nesta semana pelo prefeito da cidade, Joel Buscariol. A ação faz parte do programa Bons Olhos Paraná, do Governo do Estado, voltado à identificação precoce de problemas de visão entre crianças e adolescentes da rede pública.

A programação envolve avaliação da saúde visual dos alunos e, nos casos em que for constatada necessidade de correção, o programa prevê atendimento especializado e fornecimento gratuito de óculos. A iniciativa busca identificar dificuldades visuais que podem interferir na leitura, concentração e no rendimento escolar.

Em Boa Esperança, todos os estudantes que se enquadram na faixa etária prevista serão contemplados. “Nesta data estaremos realizando o programa Bons Olhos Paraná em Boa Esperança, atendendo alunos da rede municipal e estadual, de 6 a 17 anos. É um cuidado importante com a saúde visual dos nossos estudantes, proporcionando mais qualidade de vida e melhores condições de aprendizagem”, ressaltou a secretária de Assistência Social, Leila Toni Buscariol.

Bons Olhos

O Bons Olhos Paraná foi lançado pelo Governo do Estado em abril de 2025 e posteriormente transformado em política pública permanente. O programa reúne ações das áreas de saúde, educação e assistência social e utiliza recursos do Fundo para a Infância e Adolescência (FIA).

Na primeira etapa, realizada em 2025, a iniciativa chegou a 93 municípios paranaenses.

Segundo dados divulgados pelo Governo do Estado, foram realizados cerca de 84 mil atendimentos oftalmológicos e 55 mil testes ortópticos, além da entrega gratuita de 8.309 óculos a estudantes que apresentaram necessidade de correção visual. A segunda fase do programa ampliou a abrangência para outros 275 municípios. A previsão do Estado é alcançar mais de 540 mil estudantes da rede pública.

O objetivo é identificar precocemente problemas de visão entre crianças e adolescentes e garantir o encaminhamento dos casos que necessitem de acompanhamento. Além de ampliar o acesso ao atendimento oftalmológico, a iniciativa busca reduzir os impactos que dificuldades visuais não diagnosticadas podem provocar no processo de aprendizagem.