Tauillo não superou Augustinho Vecchi

O sonho de Tauillo Tezelli (PPS) em superar o ex-prefeito Augustinho Vecchi em número de mandatos a frente da Prefeitura não foi desta vez. Augustinho Vecchi foi prefeito por três vezes. Ele foi eleito em 1976 e 1988. Em 1968 assumiu a prefeitura para concluir o mandato de Rosalino Salvadori. Tauillo Tezelli e Nelson Tureck ocuparam a Prefeitura por duas vezes. Tezelli entra para a história política de Campo Mourão como o único ex-prefeito que perdeu duas eleições consecutivas. Xiiiii…

Mantido o 4º ciclo político de Campo Mourão

A vitória de Regina Dubay manteve o ciclo político liderado por Nelson Tureck. Na história política da cidade cada grupo político permaneceu à frente da prefeitura por três gestões consecutivas. O primeiro ciclo político foi iniciado com Milton Luiz Pereira em 1963. Nele foram eleitos os advogados Horácio Amaral (1969/72) e Renato Fernandes Silva (1973/76). Depois veio o ciclo de Augustinho Vecchi, que levou o ex-prefeito para a prefeitura por duas gestões (1977/82 e 1989/92), intercalando com José Pochapski (1983/88). Em 1992, Rubens Bueno abre outro ciclo, mantendo Tauillo Tezelli duas vezes na Prefeitura (1997 a 2004). Quem vai abrir o 5º ciclo político em 2016, hein? Ou Regina vai quebrar a tradição? Façam suas apostas!

Battilani e Edilson Martins

O day after na Câmara de Vereadores foi tranqüilo ontem.  Em alguns gabinetes alegria, em outros, a tristeza pela não reeleição. Somente dois vereadores novatos apareceram ontem na Casa de Leis. Edson Battilani (PPS) e Edilson Martins (PSD) aproveitaram para conhecer as salas do Legislativo e para conversar com o diretor geral da Câmara. Os novos vereadores estão levando ao rigor o ditado de quem chega à frente, bebe água limpa.

Motivos da derrota

Alguns analistas da política mourãoense apontam vários fatores para a tri-derrota do PPS. Segundo eles, o grupo do Rubens Bueno e de Tauillo Tezelli errou quando detonaram as candidaturas de Márcio Nunes e Nery Thomé. O segundo erro foi quando escolheram a pastora Jurema para vice. A tentativa era dar um ar de pureza numa candidatura marcada por questões pessoais. Os erros fatais do PPS vieram nas últimas semanas da campanha ao divulgar duas pesquisas de origem duvidosa e o clima do já virou para tirar votos de José Turozi. O PPS repetiu a mesma tática de Osmar Dias em 2010, quando perdeu para Beto Richa. E deu no que deu…

Stanziola e Edson Lima, votos reduzidos

Os ex-vereadores Paulo César Stanziola (PMDB) e Edson Lima (PPS) diminuíram seus votos nesta eleição. Em 2004 os dois foram eleitos com 965 e 985 votos. Em 2008, quando disputaram a reeleição, Stanziola e Lima obtiveram 1.741 e 786 votos. Nesta campanha os dois estavam entre os favoritos ao Legislativo. Stanziola alcançou somente 885 votos, quase metade dos votos de 2008. Edson Lima ganhou 722 votos. Perdeu 64 votos nesta eleição. Sem contar que nestes dois últimos anos, Edson Lima ocupava a gerencia regional da Sanepar. Ah, em 2016 tem mais!

Mick Jagger

Deu no blog do Zé Beto, de Curitiba: O novo apelido do deputado federal Rubens Bueno (PPS), vice na chapa do derrotado prefeito Luciano Ducci (PSB), surgiu com força hoje na Boca Maldita. Ele, cuja filha e o genro não se reelegeram na Câmara de Vereadores, agora é Mick Jagger. Aiaiai…

Edição histórica

A edição de ontem desta TRIBUNA esgotou-se nas bancas da cidade. O jornal foi o único a circular na segunda-feira. Algumas pessoas chegaram a procurar a redação do jornal para comprar seu exemplar. Mas que beleza!

Dito e escrito

Nós não precisamos falar mal de ninguém para ganhar essa eleição. Foi na raça, na garra e no peito.

Regina Dubay (PR), prefeita eleita de Campo Mourão, ao comentar que perdoa todas as pessoas que tentaram denegrir a imagem e o nome das famílias dela e do seu vice, Rodrigo Salvadori (PSD).