Morador de Mamborê desaparecido é identificado após ser sepultado como indigente em Iretama
Após mais de cinco meses de buscas, familiares de Zenildo Dias dos Santos (idade não divulgada), morador de Mamborê, desaparecido desde o final de dezembro de 2025, tiveram a confirmação sobre seu paradeiro. O homem foi identificado como sendo o corpo encontrado no Rio Formoso, em Iretama, e que acabou sepultado como indigente após permanecer sem identificação na Polícia Científica de Campo Mourão. As informações são do “Cidade em Destaque”.
O reconhecimento ocorreu nesta semana, após um familiar procurar a Polícia Científica em busca de informações sobre possíveis registros de corpos não identificados. Durante o atendimento, servidores do órgão informaram sobre um cadáver recolhido na região de Iretama meses antes e que havia sido enterrado sem que nenhum parente fosse localizado.
A partir da informação, familiares iniciaram contato com as autoridades policiais de Campo Mourão e Iretama para verificar os registros do caso. Por meio do arquivo da Polícia Científica, foram apresentadas fotografias produzidas na época em que o corpo foi encontrado. A análise das imagens permitiu o reconhecimento formal de Zenildo.
De acordo com os registros policiais, o corpo foi localizado na manhã do dia 24 de dezembro de 2025, boiando nas águas do Rio Formoso, em Iretama. Na ocasião, o cadáver já apresentava avançado estado de decomposição, o que impossibilitou a identificação imediata da vítima.
Após os trabalhos periciais realizados no local, os restos mortais foram encaminhados à Polícia Científica de Campo Mourão. Como não havia documentos e nenhum familiar compareceu para reconhecimento no período, o corpo permaneceu no órgão por algumas semanas.
Seguindo os procedimentos aos casos de pessoas não identificadas, o cadáver foi liberado para sepultamento como indigente no dia 3 de fevereiro deste ano, no cemitério municipal de Iretama.
Apesar da confirmação da identidade, ainda não se sabem as circunstâncias da morte. Com a identificação, familiares de Mamborê deslocaram-se até Iretama para providenciar a regularização documental e a identificação do túmulo para os procedimentos cabíveis.

