De acordo com gerente responsável pelo escritório regional do DER em Guarapuava, Otto Milton Shenfelder, para hoje a previsão é de pista liberada. Mas com restrições, pois o trabalho continuará no local, frisa. O deslizamento de terra ocorreu por volta das 03 horas da manhã e logo que amanheceu o dia, teve início o trabalho de remoção.
O caminhoneiro Adir Fernandes, 64 anos, chegou no local por volta das 06h15. Ele saiu de Boa Esperança e posou em um posto de combustível em Iretama e ontem pretendia seguir viajem para Palmeira. Vou esperar até liberação. Se voltar e continuar por outro trajeto terei prejuízos. Vou ter que esperar, comenta. Segundo ele, outro caminho poderia aumentar a viajem em pelo menos 250 quilômetros.
O comerciante, Everaldo Cardoso, 38 anos, saiu de Manoel Ribas com previsão de chegar em Goioerê, porém teve que desistir da viajem. Vim até aqui [local do deslizamento] sem saber. Não tinha nenhuma placa informando que a pista estava interditada. Agora vou voltar para casa, pondera.
Durante todo o dia de ontem, uma equipe da Polícia Rodoviária Federal esteve no trevo de acesso a Luiziana orientando caminhos alternativos para os motoristas que seguiam para Guarapuava. O trecho indicado é via Corumbataí do Sul, Barbosa Ferraz e Ivaiporã. O desvio aumenta a distância de Campo Mourão a Guarapuava em 95 quilômetros.
Outro caminho para quem sai de Campo Mourão é Engenheiro Beltrão, Ivaiporã, Pitanga. Nessa opção a distância é menor: 288 quilômetros de Campo Mourão a Guarapuava. Pela 487 – rodovia que está interditada –, a distância entre Campo Mourão e Guarapuava é de 207 quilômetros.
Por Antonio Marcio, da Redação