Conhecer as condições da rodovia e os riscos de algumas áreas pode contribuir para uma viagem mais tranquila. Para isso a Polícia Rodoviária Federal (PRF) preparou uma lista com trechos onde o motorista deve ser ainda mais cauteloso. Lembrando sempre que a velocidade deve ser reduzida quando as rodovias cortarem cidades ou vilas às margens da estrada. Em caso de emergência a PRF atende pelo telefone 191.
Nas estradas que cortam a região de Campo Mourão a PRF identificou seis pontos de risco. Na BR-158 (entre Campo Mourão e Peabiru) os motoristas devem tomar cuidado em dois pontos, ambos em área urbana das duas cidades. Há perigo de atropelamentos e colisões.
Na BR-272 (entre Campo Mourão e Goioerê) o perigo é na avenida John Kennedy, no Lar Paraná, em Campo Mourão. Há risco de atropelamentos neste local. Na BR-369, os motoristas devem redobrar a atenção nas proximidades do Rio Piquiri. No local há um trecho em declive em ambos os sentidos em direção à ponte, com curva acentuada no sentido Campo Mourão/Cascavel.
Na BR-487 (entre Campo Mourão e Iretama) os locais de maior risco estão na área urbana de Campo Mourão, com perigo de atropelamentos, e no trecho de Iretama, próximo à Ponte do rio Muquilão. No local há curvas acentuadas. Também é preciso atenção entre Iretama e Nova Teba, devido a falta de acostamento e possíveis quedas de barreira.
No Paraná são 103 locais considerados de risco. A rodovia que mais tem pontos apontados é a BR-277 que vai de Paranaguá até Foz do Iguaçu. O relatório aponta 24 pontos considerados de risco nesta rodovia, cinco deles no trecho entre Curitiba e o Litoral, e outros 19 no percurso entre a Capital até Foz do Iguaçu. O tipo de risco vai de pontos com alto fluxo de veículos, neblina, pista simples, curvas perigosas até áreas onde as ocorrências de colisões por qualquer motivo são mais frequentes.
No caso do trecho entre Curitiba e as praias, a PRF alerta quanto aos pontos de serra, onde a ocorrência de neblina é grande a qualquer época do ano e as áreas dentro do perímetro urbano de São José dos Pinhais e Curitiba.
Por Antonio Marcio, da Redação