Mais de 20 gatos são mortos em Peabiru

Mais de 20 gatos e cães foram encontrados mortos em Peabiru, nos últimos dias. A denúncia foi feita por moradores do conjunto 52. Os animais foram encontrados mortos nas ruas e quintais de várias casas, supostamente por envenenamento. De acordo com as informações, em uma semana foram mais de 20 abates.

Entre os animais mortos, a maioria são bichos de estimação e alguns deles de pura raça. “Nossa maior preocupação é que alguma criança, brincando na rua, encontre e ingira o veneno causando uma tragédia maior ainda”, afirmou um morador da cidade.

Defensores dos animais prometem registrar um boletim de ocorrência na Polícia Militar e delegacia, mesmo sem terem nenhuma pista do assassino dos bichos. Eles também organizaram uma campanha, com panfletos e carro de som pela cidade, em busca de informações. A denúncia pode ser feita anonimamente pelo telefone 190 da PM.

Gato da Fecilcam

Os gatos estão sendo alvos também em Campo Mourão. Na semana passada, alguns felinos foram mortos por envenenamento no Conjunto Capricórnio. Outra denúncia foi publicada em um site local, envolvendo a Universidade Estadual do Paraná (Unespar/Fecilcam). Um destes animais, que se instalou no pátio da instituição estaria na ‘mira’ de alguns funcionários. Após a denúncia, a direção da Fecilcam criou uma comissão especial para apurar o caso.

Por não ter conhecimento da situação, o diretor da Unespar/Fecilcam, professor Antonio Carlos Aleixo, publicou uma portaria com a comissão que será responsável em acompanhar a denúncia. A comissão é formada pela professora Larissa Mattos, a acadêmica Samara Moreschi Soffa, e o agente universitário Angelo Ricardo Marcotti. Aleixo afirma que é contrário a qualquer discurso ou atitude que estimule a violência contra animais, tanto interna como externamente. A partir do resultado da apuração serão tomadas as atitudes cabíveis.

Além do gato, um casal de urubus também escolheu a Unespar/Fecilcam como moradia. As aves já estão na instituição há vários meses e o diretor comenta que a presença deles nunca causou incômodo ou rejeição por parte da comunidade acadêmica.